30 de julho de 2014

Mal de Alzheimer

Alzheimer A doença de Alzheimer (DA) é assim denominada em homenagem ao patologista alemão ALOIS ALZHEIMER, que viveu de 1865 a 1915 e foi o primeiro médico a identificar lesões que ocorrem no cérebro de uma mulher de 51 anos.

  A publicação de sua pesquisa foi difundida em todo o mundo e assim essa doença, que atinge 5% da população de mais de 65 anos, passou a ser melhor estudada.

  Até hoje se constata a maior incidência em mulheres com menor nível de escolaridade, mas ainda não se conhece a causa da doença, que permanece sem cura, Pelo menos, os feitos danosos ao cérebro podem ser atenuados em 10 a 15%, quando os pacientes são tratados desde o início.

  Apesar de ser mais comum em pessoas de mais de 60 anos, não é uma patologia ligada ao envelhecimento, mas sim uma doença cerebral.

 Em alguma fase da DA diversos neurônios são afetados na região do hipocampo, área do cérebro ligada à memória. As hipóteses mais aceitas atualmente concentram-se na questão de falhas dos agentes neurotransmissores. Há resultados promissores em experiências feitas em ratos.

 A aplicação de nitrofenol, composto orgânico, foi positiva na redução das placas de betamilóide em ratos, substância essa responsável pela DA. Portadores da DA não apresentam endurecimento de artérias ou vasos sangüíneos, ,as alguns pacientes têm pequenos infartos múltiplos cerebrais. Também se pode aferir que a DA não é devida à poluição ambiental, à exposição ao alumínio ou outro metal, nem ao alcoolismo ou subnutrição.

  O abuso de álcool ou falta de nutrientes ocasionam outras doenças no cérebro, mas não a DA. A teoria da existência de um vírus, que se desenvolveria lentamente, ainda não está descartada. Em certas famílias há uma degeneração progressiva dos neurônios, o que faz supor ema causa genética.

  O projeto Genoma, quando estiver concluído em mais alguns anos, certamente esclarecerá essa dúvida. Alguns sintomas precoces consistem em perda de memória para fatos recentes, esquecimento de compromissos urgentes, não localização da própria chave de casa. Numa fase mais adiantada da doença pode ocorrer apatia ou desinibição total, chegando a cumprimentar e beijar pessoas que nunca foram vistas. Aos poucos não reconhece os próprios familiares, nem a i mesmo diante de um espelho, idéias delirantes também fazem parte desse quadro dramático.

Quando algum membro da família nota os primeiros sintomas deve convencer o paciente a consultar um neurologista ou geriatra, sempre acompanhado de pessoa próxima, para informar outras queixas não relatadas pelo doente.


Em São Paulo existe a Associação Brasileira de Alzheimer – ABRAz– que presta informações gratuitas para todo o Brasil, através do telefone 0800-551906. Luiz Freitag - email: lvfreita@uol.com.br

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