31 de outubro de 2014

Estimular o cérebro reduz risco de Alzheimer

Atividades simples como ler ou ir ao teatro são muito importantes para a saúde mental do idoso.

Estudo publicado em junho de 2007, na edição de Neurology, jornal médico da Academia Norte-Americana de Neurologia aponta que a regularidade com que pessoas idosas lêem jornais, jogam xadrez ou fazem atividades que estimulam o cérebro está relacionada a maior ou menor risco de desenvolverem doença de Alzheimer.

Para o estudo, mais de 700 pessoas em Chicago, Illinois, com idade média de 80 anos, foram submetidas anualmente a testes cognitivos, pelo período de cinco anos. Os participantes faziam parte do Rush Memory and Aging Project, estudo com mais de 1.200 idosos. Dos participantes, 90 desenvolveram Alzheimer. Os pesquisadores também realizaram autópsia cerebral em 102 participantes, que morreram nesse espaço de tempo.

Cérebro: quanto mais ativo, melhor

O estudo revelou que idosos ativos, em termos cognitivos, estão 2.6 vezes mais protegidos da doença de Alzheimer, do que os inativos da mesma faixa etária.

A doença de Alzheimer está entre as conseqüências mais temidas da idade avançada, diz o autor do estudo Robert S. Wilson, PhD do Centro de Doenças de Alzheimer, em Chicago. Wilson também descobriu que atividades como freqüentar  bibliotecas ou ir ao teatro estão associadas tanto à redução do risco do desenvolvimento de distúrbios médios cognitivos, estágio intermediário entre normalidade e demência, quanto ao declínio mais lento da função cognitiva.

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